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quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Paris, je t'aime


Apesar de poder parecer, não é uma declaração de amor.
Seria, talvez, merecida. Mas, talvez também, inoportuna. Por isso, não.
Não é uma declaração de amor.

É tão somente uma alusão a um filme interessante que nos faz passear por Paris. Já tinha visto antes e revi, agora como habitante desta cidade singular. Interessante, especialmente a curta passada em Montmartre. Diz muito sobre a vida dos parisienses.... Não tanto da nossa.

Mas, a propósito de documentários baseados em curtas metragens, aconselho vivamente um filme que vi no Verão do ano passado: Crianças invisiveis, ou All invisible children, mais apropriado, penso.

Mehdi Charef, Emir Kusturica, Spike Lee, Kátia Lund, Jordan Scott, Ridley Scott, Stefano Veneruso, John Woo. Cada um com a sua história sobre crianças. Somente isto. Imperdível. Especialmente as curtas de Katia Lund, de Spike Lee e de John Woo.

E não, não é pela deformação profissional nem pelas saudades da perfeição (vide posts anteriores) que o recomendo. Faço-o apenas porque é de facto imperdível. Especialmente por ter sido ignorado por toda a crítica, sempre ávida de algo mais que tão somente beleza e qualidade...





quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Cine au claire de lune

Jpfn, Agosto 2008
Daqui a uns minutos vou ver o "L'homme sans passé" de Aki Kaurismäki (Allemagne-Finlande, 2001). Até podia não ser um bom filme, só depois saberei. Mas no cenário em que vou ver sê-lo-à certamente. Na belíssima place des vosges, ao ar livre, véspera de feriado. Quoi plus?

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

O homem que copiava

Confesso que sou um grande apreciador do cinema brasileiro. Infelizmente não conheço tanto quanto queria. Mas há qualquer coisa que me atrai. Talvez seja o próprio Brasil, talvez a lingua, a proximidade emocional ou até, quiça, a boa disposição.

Este é um filme engraçado, leve, sobre um miudo simpático, envergonhado, manipulado (como faz parte do género...vide Coupling) por uma miuda simpática, envergonhada mas nada ingénua. Um retrato simpático de um Brasil não Rio.

Não evita acabar com uma vista do Pão de Açucar mas podemos perdoar.... o resto não cai em lugares comuns.

Death proof


Sem ser genial, um filme interesante. Animado qb, com um Kurt Russel a fazer um papel cheio de presença. Fica a dever, ainda assim, a filmes como o Pulp fiction, Kill Bill ou Reservoir dogs. O que não significa que seja mau, como se pode ver...

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Sublime


Control, filme do Holandês Anton Corbjin datado de 2007.

Apesar de grande expectativa quando da sua chegada aos cinemas dei por mim a adiar a sua visualização.

Sabia bem porquê.
As primeiras músicas que soube descobrir por mim mesmo e gostar foram dos Joy Division.

Sempre me incomodou a vida do Ian Curtis. Simples e inteligente. Dotado mas isolado. Triste e por isso genial. Introspectivo. Gerador de uma unanimidade. Incomodativo, portanto.


Depois de ver, sinto um alívio.

A vida continua.
Mais leve, parece.

Uma homenagem

Há de facto coisas intrigantes.
Duas nomeações para os óscares, zero vitórias. Poucos prémios, pouca distinção.

Para mim, é provavelmente o actor que mais tem sido desprezado por LA. E é aquele cujas interpretações mais admiro.

Este post vem a propósito do The painted veil (2006), um filme pouco ambicioso, que pouco trouxe de novo mas que conta, além de uma fotografia soberba, com mais uma grande interpretação do Edward Norton. Mas podia falar das suas representações no Fight club (1999) ou de um dos filmes mais incriveis que tive oportunidade de ver, American History X (1998). O ilusionista(2002) ou o Red dragon (2006) são outros filmes que valem quase exclusivamente pela sua presença.

A minha homenagem fica prestada.

domingo, 20 de julho de 2008

Missão dada é missão cumprida


Sem palavras ainda. Tropa de elite. Guardado na galeria dos melhores de 2007...

quinta-feira, 18 de janeiro de 2007

BABEL


Babel. Confusão para uns. Porta de Deus para outros.
Diferentes linguas. Diferentes mundos. Diferentes culturas. Impossível coabitação.
Eis o retrato de Iñarritu do Séc XXI, suportado pelos conceitos bíblicos.
Apesar de um pouco distante do perfeito "Amores perros", este filme psiquicamente violento vai merecer um lugar na prateleira dos grandes filmes do ano.

terça-feira, 5 de dezembro de 2006

Um filme genial, com uma sucessão de emoções vertiginosa.
A vida como ela é, crua e com poucos arranjos, numa demonstração de frieza do seu realizador, Jonathan Caouette.

http://jonathancaouette.blogspot.com

segunda-feira, 27 de novembro de 2006



A propósito deste filme simples e inteligente, voltei a ouvir a voz deliciosa de Nico.

These days, 29 anos depois.

http://smironne.free.fr/NICO/chels.php?page=b