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domingo, 7 de setembro de 2008

Paris é uma festa!


Dei por mim, por fim, a pegar no livro e a ler.

Confesso que Hemingway não é o meu escritor preferido.
Apesar de ter obras de inegável valor e que me muitas horas de prazer me proporcionaram ("O velho e o mar", de uma simplicidade atroz, "O adeus às armas" ou o "Por quem os sinos dobram"), não me marcou.

Uma forma de escrever peculiar, muito simples, muito directa, por vezes a roçar a displicência.

Este livro, publicado após o seu suicídio, foi uma agradável surpresa. A vida boémia em Paris com Joice ou F.S.Fitzgerald.A sua pobreza, os seus dramas, as suas vidas.

Mas acima de tudo o percurso de EH como jovem escritor. A querer, como diz em determinada altura, marcar a diferença pela simplicidade. Uma forma de escrever empenhada em não dificultar a vida ao leitor. Gosto de saber que conseguiu, apesar de tudo.

Apesar de não me fascinar...

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Babel de quem?

Nos ultimos dois anos poucas foram as leituras que me tenham feito parar. Ha cerca de 15 meses o magnifico "desgraça", deste senhor,foi uma dessas excepções. Agora fui subitamente derrubado por esta obra prima de um conterrâneo que muito me enche de orgulho. Devorei em 5 dias um livro soberbo. Como disse Saramago, escreve "tão bem que até irrita". Aconselho vivamente até porque anseio discuti-lo.

quinta-feira, 23 de novembro de 2006



Fraco, mas a necessitar de reapreciação, uma vez que há apenas 2 obras editadas em portugal: cidadela branca e jardins da memória.
Tratar-se-ão de meros erros de escolha das editoras portuguesas?



Camus até deve sentir um arrepio quando vê no que se tornaram os prémios nobel...